Benefícios da Tecnologia Para Crianças e Adolescentes

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05 de novembro de 2016 – Ano 4 – nº 38. Boletim Online.

Gabriela Araujo Costa – Pediatra, Mestre em Clínica Médica e Biomedicina, Professora do núcleo de Pediatria da Faculdade de Medicina do UNIBH, Diretora Adjunta de Comunicação da SMP

Anamaria Albuquerque de Andrade Chagas – Psicóloga Clínica, especialista em Gestão Estratégica de Pessoas

Eli Helberth Penido Bichara Chagas – Engenheiro Eletricista e Telecomuniacações, especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho, professor e coordenador de cursos de Engenharia do Centro Universitário UNA.

 tecnologia crianças

1. Introdução

As palavras “digital”, “tecnologia”, “mídias”, “redes”, “conectados” são comuns e presentes na vida da grande maioria das crianças. Para pais, educadores e profissionais de saúde, entretanto, lidar com essa familiaridade é um assunto controverso, divisor de opiniões. A esmagadora penetração dos diferentes meios de comunicação na vida das crianças e adolescentes exige um posicionamento renovado para encarar a tecnologia na infância, a fim de atenuar riscos potenciais à saúde e estimular o uso apropriado e as potencialidades desta poderosa ferramenta. Mais do que discutir se crianças e adolescentes devem usar a tecnologia no dia a dia, é necessário aceitar a inserção das mesmas no mundo digital, focando na qualidade dos conteúdos acessados e no equilíbrio entre as atividades virtuais e as do mundo real, tais como brincar ao ar livre, alimentar-se, estudar e dormir.

Paralelamente à esta discussão, é fato incontestável que a tecnologia e a mídia digital alcançam e ganham boa parte do universo e do desejo infantil, seja por meio dos brinquedos digitalmente interativos, smartphones do pais ou seus próprios, tablets, laptops, TVs digitais e recursos educacionais utilizados em ambiente escolar. O tempo de uso das mídias digitais é maior do que aquele despendido na escola, e, em relação às atividades cotidianas, somente menor do que o tempo gasto no sono. 1

Segundo a Academia Americana de Pediatria (AAP), há claras evidências de que as mídias digitais contribuem substancialmente para diferentes problemas de saúde, como a obesidade e comportamentos agressivos e/ou alienados. Por outro lado, a AAP reconhece os benefícios da tecnologia na aprendizagem e nos relacionamentos sociais, a partir da interatividade possibilitada pelos diferentes dispositivos de mídia digital.1,2

Em outubro de 2016, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lançou, por meio do Departamento da Adolescência, o Manual de Orientação sobre a “Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital”, no qual se encontram recomendações sobre o uso saudável da tecnologia. 3 Como toda ferramenta, também os recursos da era digital, quando usados de forma indevida, especialmente de forma precoce ou por tempo excessivo, podem trazer prejuízos, tais como dificuldades de socialização e conexão com outras pessoas, baixo rendimento escolar, ansiedade, comportamento agressivo, cyberbullying, transtornos do sono e alimentação, sedentarismo, déficit auditivo secundário ao uso de headphones, alterações visuais e posturais, cefaleia recorrente e distúrbios na área da sexualidade, incluindo pornografia, acesso facilitado às redes de pedofilia e exploração sexual online.3 Por isso, é de suma importância o conhecimento referente às melhores práticas sobre a condução da educação digital das crianças e adolescentes, a fim de possibilitar o aproveitamento dos benefícios desta tecnologia, destacados neste trabalho, desde que a premissa seja o uso orientado e supervisionado pelos educadores e responsáveis.

1.1.  Definições

Recentemente alguns termos invadiram noticiários, boletins e diálogos das crianças. Efeito natural da atualização tecnológica, às vezes geram dúvidas, mas podem, se bem compreendidos, ajudar na definição correta de procedimentos e recomendações:

  • Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) – internet, notebooks, smartphones, câmeras digitais, tablets, etc 4
  • Mídia digital – conteúdo de áudio, vídeo e foto que foi codificado, ou seja, convertido em arquivo de mídia digital. Depois de a mídia digital ser codificada, ela pode ser facilmente manipulada, distribuída e renderizada (reproduzida) por computadores e transmitida por redes. 4
  • Cyberbullying – Assédio virtual que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar o outro. 4

 

2. Benefícios Das Mídias Digitais Para Crianças

As novas tecnologias de comunicação alteraram a forma de armazenamento e acesso da memória, pois, através de imagens, sons e movimentos apresentados nos dispositivos eletrônicos de comunicação é possível fixar conteúdos, armazenar sentimentos, aprendizagens e lembranças que não necessariamente foram vivenciadas presencialmente pelos espectadores. 5 Entretanto, lactentes e pré-escolares têm memória simbólica e habilidades de atenção ainda imaturas, e o aprendizado das TICs deve ser feito obrigatoriamente junto a cuidadores, aliado a interação social e sensorial, para que ocorra a transferência de conhecimentos à experiência tridimensional e a construção da linguagem.2

A série de pesquisas Digital Diaries da AVG Technologies (empresa produtora de softwares, dentre os quais um reconhecido programa antivírus) foi criada para entender os hábitos das famílias ao redor do globo quando o assunto é a tecnologia e auxiliá-las a fazer uso seguro, privado e saudável de todos os recursos disponíveis. Em uma etapa do estudo, realizada em 2013 em vários países (dentre eles, o Brasil), mais de cinco mil pais responderam a um questionário on-line cujo objetivo era avaliar os impactos da tecnologia em suas casas e famílias. Com 59% dos entrevistados afirmando possuir três ou mais dispositivos conectados à Internet, não é de se surpreender que as crianças tenham habilidades digitais bastante desenvolvidas desde muito cedo. Entre os pré-escolares, a capacidade de operar jogos de computador (66%) ou utilizar um smartphone (47%) é mais frequente que de amarrar os próprios tênis (14%) ou nadar (23%). 6

Mas afinal, o que tanto atrai as crianças nesse universo digital? O que é tão mais interessante que as brincadeiras em conjunto ou “do lado de fora”, que o lápis e o papel e os saudosos livros? O poder que a mídia digital tem de estimular as crianças de diversas maneiras, ao mesmo tempo – som, imagem, texto, hiperlinks, música, cor – é a chave para este encantamento.

Crianças entre os dois e onze anos de idade são o segundo grupo com maior potencial de crescimento em termos de navegação na Internet. Não é razoável excluir as crianças desta experiência, mas vale atentar de forma cuidadosa para o modo como se comportam nessas vivências. A ideia da criança passiva ao domínio das mídias e tecnologia digitais deve ceder lugar à constatação de que as mesmas são sujeitos de intervenção nestas mesmas tecnologias, através de interações e saberes próprios da idade. 7-9

As mídias digitais propiciam experiências culturais através de interações diversificadas, permitindo a crianças e adolescentes apropriarem-se do conteúdo e da comunicação baseados em suas necessidades, motivações e interesse. Estudo realizado com crianças europeias entre seis e 12 anos de idade, estudantes e usuárias das tecnologias digitais, concluiu que existe uma inter-relação e constituição mútua entre tecnologia e infância. Além disso, mostrou que a internet não isola as crianças em suas atividades. 10

2.1. Benefícios Na Aprendizagem

Novas TICs podem se tornar aliadas para abordar crianças com diferentes estilos cognitivos e de aprendizagem, seja nos sistemas formais de ensino ou não.9 Quando bem utilizadas, têm grande potencial para tornar a aprendizagem mais lúdica e atrativa, através de interatividade, hipertextualidade e conectividade, promovendo a cooperação e integração dos pares. O conhecimento é criado ativamente a partir da experimentação, exploração, manipulação e teste de ideias da realidade. 10,11 Games podem atuar como coadjuvantes no desenvolvimento de funções cognitivas e sensoriais, melhorando a noção espacial, as habilidades motoras, o processo de tomada de decisões e a autonomia.10

A utilização de som, imagem, texto, grafismos e todas as potencialidades do mundo digital contribuem para reter a atenção e cativar o utilizador destas faixas etárias, com a grande vantagem de tornar possível a aprendizagem adaptada a diferentes estilos, ritmos e capacidades das crianças, levando em consideração a grande facilidade e flexibilidade de utilização. 10

Na sala de aula é possível extrapolar os limites do quadro e “projeções”, utilizando vídeo, áudio, fotografias 3D, realidade virtual e outros (Figura 1). Isso cativa mais atenção dos alunos, como, por exemplo, ao rever a ilustração de um mapa no Google Earth. Um projeto realizado pelo núcleo de ensino da Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostrou que o uso da tecnologia na educação melhora em 32% o rendimento dos alunos em matemática e física, em comparação aos conteúdos trabalhados de forma expositiva em sala de aula. Animações, simulações e jogos que ensinavam análise combinatória foram incluídos no currículo escolar de 400 crianças na cidade de Araraquara, interior de São Paulo, e mostraram que 51% dos alunos que tinham dificuldades na aprendizagem melhoraram seu rendimento a partir do uso dessas novas ferramentas. 11, 12

aplicativos tecnologia educativa
Figura 1. Aplicativo History: Mapps of World, com mapas de diversas partes do mundo e períodos da História. Fonte: noticias.universia.com.br (2012) 13

A despeito dos vários benefícios das mídias na aprendizagem, deve-se enfatizar aos pais que as funções essenciais para o sucesso acadêmico, como a persistência na realização de tarefas, o controle de impulso, a regulação emocional e o pensamento criativo e flexível são mais bem ensinadas através de interação social e convivência com responsáveis e educadores. 2

Crédito da Imagem: Canaltech – canaltech.com.br

2.2 Benefícios No Lazer

A tecnologia é considerada como mais uma forma de lazer, uma nova maneira de comunicação entre colegas, natural e totalmente integrada no dia a dia.10 É também fonte de prazer, uma vez que brincadeiras podem ser escolhidas através do controle da “navegação”, seguindo linhas de interesse e prioridades ligadas a interesses e vivências do pequeno usuário.8As crianças usam a mídia porque acham divertida, excitante e imaginativa; as faz sentirem-se incluídas em meio às pessoas e acontecimentos. Os games atraem pelo desafio, ou seja, aprender como avançar no jogo, superar situações difíceis, resolver situações progressivamente mais complexas e competir (Figura 2).14,15

tecnologia celular
Figura 2: Aplicativo “Mestre da Logica”, game que estimula atenção de comandos e raciocínio. Fonte: noticias.universia.com.br (2012)13

2.3 Benefícios No Desenvolvimento

A troca de experiências e a interação entre as crianças, através das mídias digitais, contribuem para a formação e o desenvolvimento da infância, por permitirem a abordagem de novas relações de ensino-aprendizado e interpessoais. Ao proporcionarem a auto expressão infantil, possibilitam a interlocução e a interatividade por meio de postagens e comentários em blogs, chats, whatsapp e similares. Diante dessa liberdade em mídias interativas, crianças e adolescentes são estimulados a desenvolver suas habilidades criativas, além de reconhecer que sua voz/opiniões e produções têm valor. 16

Em termos psicológicos, há crianças que se beneficiam de interações on line quando para elas é bastante difícil iniciar esta interação ao vivo. As mídias podem estimular a empatia, tolerância racial e étnica e várias ferramentas de relacionamento interpessoal. (Figura 3). A solidariedade pode ser estimulada através de músicas e vídeos divulgados no YouTube e informações sobre hábitos saudáveis de vida podem ser disseminados na rede. 1

Figura 3. Aplicativo Professor Garfield Cyberbullying, com mensagens anti-bullying e estratégias para lidar com a situação. Fonte: noticias.universia.com.br (2012) 13

3.  Recomendações Para o Bom Uso da Tecnologia

Considerando a inegável presença da tecnologia na vida das crianças e seus potenciais prejuízos e benefícios, a AAP publicou, em 2013, documento com recomendações para o uso criterioso das mídias digitais. Em 2016 foi publicada uma revisão das recomendações para crianças de zero a cinco anos de idade. 1,2

Dentre as sugestões, chama atenção a que orienta que os pais sejam mentores digitais dos seus filhos, os guiando e monitorando, para que o uso das tecnologias seja útil e saudável, tanto no que diz respeito à função educativa quanto à recreativa. De maneira inovadora e interessante, a healthychildren.org, organização não governamental dirigida pela AAP e direcionada a pais, lançou uma ferramenta que ajuda as famílias a criarem o seu próprio “media plan” para monitorar o uso das tecnologias. 1,17

tecnologia aplicada
Figura 4 – Página inicial do “Family Media Plan”, ferramenta de monitoramento parental do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes.  Fonte: healthychildren.org17

O plano de uso funciona a partir da alimentação da plataforma com dados da família. Desta forma, a partir de informações fornecidas pelos pais e/ou responsáveis sobre idade dos filhos, localização de dispositivos eletrônicos no domicílio e especificações sobre horários e locais nos quais não é permitido o uso da tecnologia digital, entre outros, são fornecidas várias recomendações para diálogo sobre o uso consciente das mídias, em linguagem acessível para crianças e adolescentes.

Outra sugestão é que seja feita a mediação parental ativa e de uso compartilhado da Internet. Na figura abaixo, podem ser vistas as recomendações para esta mediação e a porcentagem de pais que as utilizam, conforme dados da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2014, realizada com 2105 crianças e adolescentes brasileiros entre nove e 17 anos de idade, e seus pais ou responsáveis. 18

sobre a tecnologia e comportamento
Figura 5 – Práticas parentais de mediação ativa e uso compartilhado de internet, percebidas por crianças e adolescentes brasileiros (TIC Kids Online Brasil 2014).  Fonte: Cabello, Claro e Cabelo-Hutt (2015)18

Vale destacar que, segundo a pesquisa, embora mais de 70% dos responsáveis já houvessem abordado a utilização segura da rede com os filhos, a maioria não realiza atividades digitais junto aos eles, na Internet.  A falta de controle na utilização de dispositivos eletrônicos pode gerar frustração e ansiedade, relacionadas ao conflito entre as regras de acessibilidade aos aparelhos e o prazer que a tecnologia proporciona, em detrimento do esforço e empenho despendidos nas atividades escolares regulares. Por isso, é primordial que tanto o comportamento quanto o rendimento escolar da criança sejam monitorados e que regras sobre tempo e situações em que as mídias podem ser utilizadas sejam bem estabelecidas por pais e respeitadas pelas crianças e adolescentes.15

Aos pediatras e profissionais da área da saúde recomenda-se iniciar conversação com pais e cuidadores sobre o assunto desde as primeiras consultas, a fim de orientá-los sobre duração e conteúdo adequados e uso criativo das mídias, criação e valorização de espaços e horários livres de dispositivos eletrônicos, favorecendo a interação social, além de encorajá-los firmemente a não permitir que as crianças desloquem horários de sono, estudo e brincadeiras ao ar livre pelo uso da tecnologia digital.1-3

Tabela 1 – Recomendações aos pais para o bom uso das mídias digitais

recomendações para o uso de tecnologia pelas crianças

4. Considerações Finais

É consenso que a tecnologia pode ser uma aliada no ensino e desenvolvimento das crianças quando sua utilização ocorre de forma ponderada e fiscalizada. Os pais e/ou responsáveis devem avaliar o que está de acordo com os valores e fundamentos familiares a fim de melhorar a qualidade de vida de todos, evitando o abuso ou limites muito restritivos, incompatíveis com a realidade atual.

De forma correta, a tecnologia tende a despertar a necessidade de ampliar o conhecimento, propiciando diferentes formas de aprendizado, dentro e fora do ambiente escolar. Auxilia, de forma lúdica, o desenvolvimento de habilidades sociais e de comunicação, além de possibilitar o contato com diferentes realidades e estimular a tolerância e o respeito às diversas opiniões e culturas.

Todos os profissionais envolvidos no cuidado à criança devem incentivar a continuação e expansão de programas de educação de mídia e estabelecer um diálogo permanente com organizações de saúde, educação e telecomunicação para maximizar o conteúdo pró-social nos meios de comunicação e minimizar efeitos prejudiciais como, por exemplo, comportamentos violentos ou nocivos à saúde.

O uso saudável e equilibrado das mídias digitais pelo púbico infanto-juvenil requer o contínuo controle parental. Crianças e adolescentes podem e devem desenvolver a autonomia e senso crítico no uso das TICs, mas necessitam dos responsáveis para guia-los, exemplificando o uso ético e criterioso desta ferramenta.

Referências

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  2. Strasburger VC, Hogan MJ. Children, Adolescents, and the Media. Council on Comunications and Media. Pediatrics, 2013. 132 (5): 958-61. [Acesso em 18/10/2016]. Disponível em http://pediatrics.aappublications.org/content/early/2016/10/19/peds.2016-2591
  3. Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital. Manual de orientação Sociedade Brasileira de Pediatria [Acesso em 02/11/2016]. Disponível em http://www.sbp.com.br/src/uploads/2016/11/19166d-MOrient-Saude-Crian-e-Adolesc.pdf
  4. Tecnologias da Informação e Comunicação. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2016. [Acesso em 06/11/2016] Disponível em: https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tecnologias_da_informa%C3%A7%C3%A3o_e_comunica%C3%A7%C3%A3o&oldid=46890704 .
  5. Kenski, V. Memórias e formação de professores: interfaces com as novas tecnologias de comunicação. In: Catani, D. et al (org.). Docência, memória e gênero: estudos sobre formação. São Paulo: Escritura Editora, 1997, p.85-98.
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  10. Ferreira, M. F. O Universo das Crianças na Mídia Digital: A experiência de blogs. Anais do I Simpósio de Comunicação e Tecnologias Interativas, 2008 Out 12-13; Bauru, Brasil. [Acesso em 02/11/2016]. Disponível em:  http://www2.faac.unesp.br/pesquisa/lecotec/eventos/simposio/anais.html
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  18. Cabello P, Claro M, Cabello-Hutt T. Mediação parental no uso de TIC segundo a percepção de crianças e adolescentes brasileiros: Reflexões com base na pesquisa TIC Kids Online Brasil 2014. In: Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, [editor]. Pesquisa sobre o uso da internet por crianças e adolescentes no Brasil [livro eletrônico]: TIC Kids online Brasil 2015. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2016, p.31-46. [Acesso em 09/11/2016]. Disponível em http://cetic.br/publicacao/pesquisa-sobre-o-uso-da-internet-por-criancas-e-adolescentes-no-brasil-tic-kids-online-brasil-2015/

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